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6 de Junho: Dia Nacional do Teste do Pezinho - O exame continua indispensável!

Há 40 anos a Triagem Neonatal ajuda a rastrear doenças congênitas, metabólicas e infecciosas graves, em crianças recém-nascidas no Brasil. Ela é feita através do Teste do Pezinho, exame colhido ainda na maternidade, por sangue coletado do calcanhar do bebê.

O procedimento, que chegou ao Brasil em 1976, tornou-se obrigatório por lei em todo o território nacional desde 1992, sendo um marco na saúde pública do país.

Como funciona o teste do pezinho?

O teste do pezinho funciona da seguinte maneira: 48h após o parto, coleta-se o sangue do recém-nascido com um furinho no calcanhar. Esse sangue é depositado em um papel-filtro que é enviado para análise. Caso apareça alguma alteração, uma nova coleta é realizada e novos exames são solicitados para fechar um possível diagnóstico. Como muitas dessas doenças não apresentam sintomas ao nascimento e, se não forem tratadas cedo, podem causar sérios danos à saúde, o teste do pezinho tornou-se indispensável para todos.

A tecnologia atual é capaz de rastrear até 50 doenças – porém, no âmbito privado. O programa público prioriza as doenças mais prevalentes na população, já que a modernização do exame custa caro. No momento, o mais importante é fazer com que o procedimento chegue a 100% das maternidades do país. 

Os tipos de teste disponíveis atualmente são: 

BÁSICO - Oferecido pelo SUS, é gratuito e obrigatório por lei. Pode identificar seis doenças: anemia falciforme, fibrose cística, hipotireoidismo congênito, hiperplasia adrenal congênita, deficiência de biotidinase e fenilcetonúria.

AMPLIADO - disponível apenas na rede privada e além das alterações diagnosticadas pelo teste básico, inclui mais quatro doenças, entre elas toxoplasmose congênita e deficiência de G6PD.

SUPER - Versão mais completa atualmente. Utiliza tecnologia avançada que pode rastrear até 48 doenças.

Fonte: Medical Site

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